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tryvertising: running service da nike, agora em são paulo

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Os serviços de experimentação da Nike chegarem em tempo ao Brasil. No Running Service, especialistas aconselham o melhor tênis (de acordo com seu perfil e uso) enquanto no Try Out os participantes podem levar o tênis para testar em casa (no parque, na academia, nas quadras) por dez dias.

A marca tem investido fortemente na estratégia como uma forma de se aproximar e de se fazer relevante para os consumidores.

Trial Vans na Inglaterra e na Irlanda

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Runners Lounges (com direcionamento de treinos e massagens) em Vancouver

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Filed under na moda, no consumo, no marketing

tryvertising: aqui e agora

O tryvertising, tendência sobre a qual já dedicamos todo um board e que retomamos ao falar de Freeconomics, começa a aparecer aos poucos no Brasil. Depois de uma ação bem sucedida no ano passado, a marca de cosméticos francesa L’Occitane repete este ano uma promoção onde o grande chamariz são as caixas chamadas Marché Surprise.

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São apenas 12 caixas de cada categoria (casa, banho, hidratação intensa, pés e mão e cuidados especiais) enviadas para cada loja e disputadas a tapa pelas clientes. Nas caixas, produtos surpresa, com o diferencial de que o preço é super especial: nesta da foto, por exemplo, de R$ 291,00 por R$ 89,00.

A brincadeira é surpreender as consumidoras, dando um benefício financeiro para aquelas que quiserem se “arriscar”, e ainda gerando experimentação relevante de produtos da marca.

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Inspire-se e arrisque-se.

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Filed under no consumo, no marketing

freeconomics: solução para a crise

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Num mundo onde o dinheiro rodou levianamente, uma economia que prevê outras moedas de troca acaba sendo uma luz no fim do túnel para diversas indústrias.

Em Hollywood, quem diria, estratégias “Freeconomics” têm sido providenciais. Um exemplo é a proposta que a agência de talentos William Morris, que representa Russell Crowe, Denzel Washington e outros grandes figurões, fez para o YouTube: seus artistas arrecadariam uma participação na receita gerada por seus vídeos exibidos no site, através de publicidade, claro.
Segundo eles, isso inclusive faria com que marcas quisessem patrocinar o site, aumentando portanto a receita publicitária no geral.

No geral, em períodos de crise, as pessoas realmente procuram alternativas de entretenimento. E o que parece caro, como os videogames, mostra-se bastante acessível dentro do conceito de um Free World.

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O número de acessos a sites de jogos online gratuitos cresceu 27% nos EUA em 2008. Até o fim de dezembro 86 milhões de pessoas procuraram por esta opção de lazer – e estamos falando dos sites gratuitos.

Está realmente aumentando o que consultoria de tendências The Future Lab chamou de Freesumerism, ou, consumismo do gratuito. São as operadoras dando o celular em troca de uma assinatura de contrato, ou uma Ikea criando uma linha de balsa gratuita entre Manhattan e Brooklyn, onde está sua loja, apenas para ganhar a simpatia do consumidor (seu uso não está vinculado a compra alguma!), e reedições da amostra grátis: ou o que mostramos semana passada aqui, o tryvertising, consequência direta de uma economia de troca.

Vale pensar quanto se está pagando para ter o que quer. O mundo já está mudando, e rápido demais.

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tryvertising: conclusion or why should i try tryvertising?

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Colocar o seu consumidor em contato direto com a marca. Fazer com que ele a experiencie em um ambiente propício e que coloque em evidência os seus principais valores. Expandir o universo da marca para um universo 3D. Gerar boca-a-boca. E daí por diante.

Em um momento onde os indivíduos teem cada vez mais desejo de consumo, com mais opções, onde indivíduos alugam e dividem ao invés de comprar, onde as tecnologias ficaram obsoletas e até o mais simples dos produtos é influenciado pelas modas e tendências, é interessante pensar no tryvertising como opção.

Alguns sites, sugerem guias e dicas para o “freebie marketing”. Entre elas:

  • Pense no tryvertising como um primeiro encontro, onde você quer deixar uma ótima impressão no meio de uma multidão
  • Se pergunte quais são os destaques de sua marca, produto ou serviço, onde eles agregam mais valor para seus clientes
  • O que vai atrair a atenção dos consumidores?
  • Do que os seus consumidores vão gostar?
  • Pense em formas inteligentes de mostrar o que você tem a oferecer
  • Pense se esta será uma experiência que os consumidores genuinamente querem ou necessitam
  • Peça e escute as respostas de seus consumidores aos seus produtos a respeito da sua ação e de seus produtos. Como você pode inovar?

O ponto-chave é, definido o público-alvo, definir um local de se adeque ao seu público e ao consumo de seu produto, ou uma situação, ou uma temperatura, ou ou. Buscando um local que represente na vida real os valores de sua marca, e ofereça um ambiente natural para o contato do consumidor com o produto. Parcerias são ideais e fundamentais. E deixar o consumidor a vontade também.

Que tal tentar?

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Filed under no comportamento, no consumo, no marketing

tryvertising: sampling on steroids

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“It’s turbo-charged because it’s about giving people experiences in relevant situations. It’s not about standing outside Wynyard train station handing out shampoo sachets” discute Piers Hogarth-Scott, co-fundador da empresa Yooster, especializada em pesquisa e boca-a-boca. Piers se refere ao tryvertising como “sampling on steroids”

“It allows consumers to be self-selective. They can opt in and choose how they want to utilise your campaign so it engages with what is important to them.” diz Elizabeth Porublev, professora do departamento de marketing da Monash University. 

A idéia do “Sampling on Steroids” deixa clara a mensagem de que esta forma de marketing vai muito além do sampling puro e simples.

Ela deve estar no lugar certo, adequando local e mensagem, e se aproximar de forma natural dos consumidores. Mais no espaço ou na situação natural de consumo, do que nos corredores de um supermercado. Pode ser uma sopa no frio:

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Ou um almoço feliz com Coca-Cola nas ruas da Austrália:

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Pode ser um barbeiro que vai até o pub local mais próximo e corta gratuidamente o cabelo e a barba dos clientes.

Pode ser uma loja de produtos de beleza que deixa à disposição dos consumidores uma pia com deliciosos sabonetes para higienizar as mãos, e hidratante para deixá-las macias depois do almoço.

Mas tem que ser adequado. E, preferencialmente, parecer o mais natural possível.

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Filed under nas ruas, no comportamento, no consumo, no marketing

tryvertising: try at home

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Se o consumidor não vai até você, você pode ir até ele. Alguns modelos de tryvertising abordam o consumidor (e geralmente seus amigos) no conforto de suas casas, oferecendo degustações e até festas completas, a fim de ter esse momento íntimo com seu prospect.

Um programa nos Estados Unidos transforma a casa do anfitrião em um verdadeiro espaço para merchandising.

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Enquanto no Brasil, muitas das marcas de Whisky montam programas de desgustação completos (chamandos de mentoring) em festas e encontros de amigos.

A idéia, em geral, é que o tryvertising funciona particularmente bem em ambientes onde se pode cativar e envolver a audiência. Pode-se pensar na casa do próprio consumidor, ou em cafés, bres, resorts, salas de espera, transportes públicos, academias, escolas, espaços empresariais – basicamente em qualquer lugar que a sua audiência está disposta a congregar.

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Filed under nas bebidas, no consumo, no marketing

tryvertising: só para mulheres

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Se as mulheres têm um comportamento de compra diferente dos homens, elas também têm uma disposição diferente para a experimentação. Por isso, muito provavelmente, as ações mais arrojadas envolvendo tryvertising são atualmente direcionadas a elas.

Os projetos passam por uma comunidade onde as participantes entram em contato com as últimas tendências e novidades do mundo da beleza e dos cuidados pessoais, e se cadastram para receber amostras e produtos em casa para testar.

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E chegam a um projeto como o TestTube onde a cadastrada deve pagar U$ 29,95 para receber em casa um tubo cheio de produtos de beleza que, juntos, custariam pelo menos quatro vezes mais este valor.

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Depois dos testes, como era de se esperar, as mulheres são convidadas a dizerem o que acharam dos produtos, dando um feedback direto para a marca e seu endorsement para o produto – gerando, com isso, um genuíno boca-a-boca.

O ponto, aqui, é identificar como as mulheres se relacionam de forma diferente com este tipo de ação, e estão dispostas até a pagar por elas, desde que o produto seja do seu interesse e, depois de tudo, ela tenha a chance de dizer o que pensa.

Pense nisso.

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Filed under no comportamento, no consumo