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pink tween: a 10 to 18 years old facebook

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Se a segurança na Internet é um super issue para os pais de tweens, algumas soluções direcionadas especificamente para este grupo se juntar online com certa segurança começam a aparecer. As meninas e meninos dos 9 aos 13 talvez sejam mais atraídos por plataformas como o novo SuperSecret, onde mesclam-se conceitos do Habbo Hotel com interações à la Facebook.

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No SuperSecret as crianças começam com 10 anos e fazem aniversário de tempos em tempos, de acordo com seu envolvimento no site. A cada aniversário, ganham benefícios diferentes, até que aos 16 ganham um carro! Muita realidade pra pouca idade? Talvez sim. Mas as regras do jogo também são bem próximas da realidade:

  • Seja legal. Por trás de cada personagem que você encontra existe uma pessoa real, com sentimentos. Então, trate as pessoas da forma como você gostaria de ser tratado.
  • Haja apropriadamente. Uma regra de ouro: se você não pode dizer algo em uma sala de aula, você não pode dizê-lo no SuperSecret. Seja respeitoso e se atenha a tópicos que fazem sentido para gente jovem.
  • Jogue seguro. Lembre-se, nunca dê informações pessoais como seu nome real, endereço, telefone, e-mail, senha ou localização.

E mais: os pais, no final, sempre serão avisados sobre o que você andou fazendo.

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this is a multiplayer world: sex or internet, sex and internet

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Um estudo recente da Intel aponta: 50% das mulheres e 1/3 dos homens preferiria ficar sem sexo do que sem internet.

O estudo foi feito com 2.000 homens e mulheres e descobriu que

– boa parte dos adultos preferiria ficar por duas semanas sem sexo do que sem Internet

– 58% dos adultos deixariam de ver TV por duas semanas para não ter que deixar de acessar a Internet por apenas uma semana

– 65% dos adultos disseram que não poderiam viver sem acesso à Internet

Isso me lembra de um outro estudo que mostra como as mulheres estão dominando as redes sociais. Fato é que os homens usam o Orkut, o Facebook e afins assim como usam uma ida ao bar ou uma saída no fim-de-semana: para paquerar e encontrar uma parceira. Depois de casados, os homens não veem mais motivo para usa-las, e se focam apenas nas comunidades direcionadas para o networking profissional (Linkedin, por exemplo). Já as mulheres não, muito mais direcionadas para as relações pessoais do que para as “transações”, mulheres continuam a usar das redes sociais no seu dia-a-dia, como forma de complementar seu contato cotidiano com amigos e família.

No mínimo curioso, não?

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join and enjoy: in or out?

Existem redes sociais para todos os fins e gostos. E não me refiro apenas aos interesses comuns que unem pessoas em comunidades. Existem também as redes de projeção pessoal, para você vender a sua marca – ou seja, VOCÊ MESMO!

Há quem use deste recurso para alimentar seu egocentrismo. Outros, como remédio à insegurança. E ainda há os que busquem fama e reconhecimento através disso. Em todos os casos, está tudo bem: afinal, a Internet é do consumidor, e todos temos direito de expressão.

Surgiu, na Alemanha, como uma mistura destas finalidades, o site CYI! (check your image). São pessoas como você ou eu (talvez nem tanto, mas vá lá…) que postam suas fotos no site e explicam a razão de ali estarem: “minha esposa acha que eu tenho cara e jeito de bobo, mas eu me acho divertido e cool. E você?”.
Com isso, cada usuário recebe opiniões de completos estranhos sobre o que acham dele e como ele poderia melhorar – ou não.

Olhando para sites assim, é fácil chegar a pensar que as pessoas têm estado carentes nos últimos tempos, e precisam constantemente da opinião de outros para formarem as suas próprias.
Ao mesmo tempo dá para pensar: será que não é apenas uma carona na tendência de colaborar? De ouvir a opinião do consumidor?

Se simples indivíduos já estão fazendo isso, por que não deixar a sua marca seguir o exemplo?

O grande medo enfrentado pelas empresas neste novo mundo onde qualquer um parece ser dono da verdade, conhecer mais sobre a marca que seus marketeiros, é o de ser responsável pelo início do buzz, a geradora inicial da conversa em torno daquilo. Uma sensação do tipo “se eu me exponho em blogs e comunidades, vou perder o controle sobre o que podem falar de mim, precisaria conhecer a infinidade do mundo online para manter tudo alinhado e em ordem, sem correr riscos”.

Ao que eu responderia: as pessoas JÁ estão falando sobre sua marca. Este buzz é natural, já existe e é irreversível. É um poder de expressão que o consumidor conquistou e que jamais perderá, porque não há razão para abrir mão dele.
Você não estar presente neste mundo de modo a interagir com o seu consumidor só torna mais difícil a sua possibilidade de responder às críticas, atuar segundo os comentários e, por que não, até mudar estratégias conforme as repercussões.

A conversa existe independente da nossa presença.
E quanto mais perto você estiver daqueles que falam sobre você, mais possibilidades inteligentes, rápidas e inusitadas terá de se posicionar da maneira que deseja. Participar destes diálogos é, portanto, a melhor escolha.

Ouça mais. Observe mais. Pergunte mais as opiniões. Não há o que temer, e o aprendizado não tem preço.

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join and enjoy: do virtual para o real

Estive, há uns meses, em uma conferência de planejamento que reunia gente de todo o mundo. Um dos painelistas, Tom Carroll, CEO da TBWA, é autor de uma frase emblemática: “There’s no digital army! You’re digital too!”.

Enquanto é cada vez mais óbvia a convergência de meios, o medo que o digital tome lugar do “real” (como se digital não o fosse) e “palpável” parece dominar as mentes de muitos profissionais de comunicação.
A maioria das coisas que existem no mundo virtual, ou que funcionam em plataformas digitais, nasceram de necessidades do dia-a-dia, de fatos corriqueiros. E são viabilizadas “aqui” (digitalmente) para nos ajudar “lá” (fora).

Com as redes sociais isso não é diferente.
Exemplo disso é a brilhante idéia do MovieMobz. Se você não conhece ainda, entre e participe.
Trata-se de uma comunidade para quem gosta de cinema e sabe que sua opinião vale muito. O conceito de mobilização vem do poder de escolha dos cinéfilos, que determinam quando, em que sala e qual filme vão assistir.

Além disso, há troca de opiniões e recomendações dos filmes, o que tem gerado muitos adeptos.

Ou seja: cinema sempre foi algo do “mundo real”, certo? A gente olhava o guia do jornal, ligava pros amigos, marcava, pegava fila, corria o risco de a sessão estar lotada, etc. O dono da sala, por sua vez, já teve que arcar com o prejuízo de sessões com 2 ou 3 pessoas apenas.
Agora, com esta comunidade virtual, o filme é escolhido, a lotação da sala é garantida e até o preço é barganhado, conforme a demanda. O ciclo começa online e termina offline, na sala de cinema.

Algo que também só foi possível com a digitalização, já que os filmes da lista são todos digitais e dependem apenas de um download para serem projetados.

Taí uma prova incontestável de que as comunidades nada mais são do que respostas às nossas vontades e necessidades!

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join and enjoy: metendo a colher

Se você acha que as redes sociais servem apenas para os momentos bonitos da vida, está enganado. Recentemente foi lançada uma rede onde os participantes ajudam na decisão de brigas, tomando partido de um ou de outro e fazendo comentários sobre quem deveria pedir desculpas.

A chamada da home do Side Taker diz “Brigando com alguém próximo? Quem está certo e quem está errado? Publique anonimamente detalhes da briga, e deixe que pessoas de todo o mundo dêem palpites e decidam quem é que deve pedir desculpas”.

Roupas sujas que deviam ser lavadas com as portas fechadas se abrem para o mundo, como é o caso de rimeswithpurple e SpacePope que brigam sobre o fato de que um deles (ele, no caso) não troca o rolo de papel higiênico. Acontece nas melhores famílias, mas rimeswithpurple e SpacePope resolveram brigar publicamente e até agora, vejam só, SpacePope está ganhando a briga.

Se até hoje você levava à risca o ditado “em briga de marido e mulher ninguém mete a colher”, pode ir revendo as suas posições…

Afinal, você acha que neste caso, quem é o culpado? Quem deve pedir desculpas?

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join and enjoy

Depois do fenômeno das mídias sociais de larga escala, agora começam a aparecer inúmeras redes sociais de nicho, com temas, motivos e motivações específicas. Existem ferramentas comunitárias para criar e avaliar seu look, pedir opinião sobre a relação, trocar música, dizer o que pensa e, principalmente, saber o que os outros pensam do mundo e de você mesmo.

O negócio é não se assustar e, como empresa ou consumidor, escolher algumas, se cadastrar e encontrar o seu foco, ou a sua turma.

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