Tag Archives: personalização

slow fashion: urban outfitters engajada

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Engajadíssima, a Urban Outfitters foi anfitriã do evento DIY or DIE (faça você mesmo ou morra), onde convidou blogueiros locais para mostrar como é possível transformar roupas da estação passadas em novas peças. O que se encaixa dentro das regras do Slow Fashion – recrie, recicle, reuse – e dê adeus às roupas “so last year” de um jeito só seu.

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Para fazer download do DYI Zine, clique aquipdf

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Filed under na moda, na sustentabilidade

the new newsstand: conclusion

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Se os hábitos de consumo de mídia vem mudando radicalmente nos últimos anos (e inclua-se aqui não só as revistas, focos deste board, mas também todas as outras mídias tradicionais), os grandes produtores de conteúdo devem observar e agir de forma a captar a atenção deste novo consumidor, a fim de manter ou pelo menos garantir algum retorno financeiro.

Algumas diretrizes são fundamentais para isso:

– filtro e personalização de conteúdo – fazendo do material impresso algo mais desejado e único

– criação de múltiplos e integrados canais de distribuição, de forma a atrair o interesse dos consumidores em qualquer que seja a plaraforma que lhe seja mais conveniente

– pensar que a qualidade editorial ainda é muito importante, mas os diversos pontos de vista e a participação do usuário (comentando, agregando, distribuindo) é cada vez mais fundamental

– elaborar planos de distribuição que ultrapassem os modelos tradicionais de assinatura e de compra em banca, garantido o engajamento e a retenção da audiência

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Filed under no consumo

pink tween: fashion, lip gloss and lollipops

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Se tem uma coisa que move estas meninas é a moda. Elas sabem muito bem o que querem, e, ainda querendo ser únicas, querem também pertencer a um grupo. 

Então, é cada vez maior o número de marcas que focam diretamente neste público, oferecendo o que elas querem, com muito de personalização e aplicação de conceitos de redes sociais. A marca Fashionology LA é um exemplo deste movimento, oferecendo para as suas pequenas consumidoras a possibilidade de personalização total das roupas. Mas a interação na termina por aí – quando a roupa é criada, a menina pode tirar uma foto e aparecer nas telas da loja ao mesmo tempo que um e-mail é enviado para seu endereço, de forma que ela possa compartilhar a criação com seus amigos e família. 

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O projeto Est. Today’s Design Studio, é a ainda mais Internet oriented. Nele, um estúdio online de design, é formada uma verdadeira comunidade de tweens focada na criação, da divulgação e na compra de roupas.  

O site da Est oferece para as tweens um modelo em branco e um set de ferramentas para que as meninas criem a camiseta dos seus sonhos. Os temas oferecido tem nomes bem sugestivos como “charms,” “fun sayings,” “glam” e “athletic.” . Uma vez finalizadas, as camisetas customizadas podem ser apresentadas para a comunidade Est. Today e passam a fazer parte dos concursos do site. 

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E se as marcas não oferecem o que elas querem, elas mesmas empreendem para ter sempre alguma coisa diferente no armário. É o caso da menina Maddie Bradshaw, de Dallas, que aos 10 anos de idade começou a criar e a vender seus bottle cap’s necklaces, para sua satisfação e a alegria de centenas de meninas que viram seus desejos atendidos. Tudo isso dentro de apenas uma tampinha de garrafa…

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No Brasil, onde o IBGE detecta mais de 17 milhões de tweens, talvez as marcas que falem mais com este público seja a Planet Girls, a Colcci e a Spezatto Teens. Mas elas desejam mais, muito mais!

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Filed under na moda, na tecnologia, no comportamento, no consumo

mass customization: what’s new about it?

Você pode estar se perguntando, ou afirmando, qual é a novidade a respeito disso, já que tanto já se falou e já se fez sobre customização? A diferença agora é que a customização deixou de ser improvisada e artesanal para ser uma provocação feita pelas próprias empresas de consumo, que não só incentivam como também promovem (em seus próprios processos industriais) uma nova forma de customização. 

A customização de massa é um contrasenso, já que customização presume a personalização, a adaptação de algo de acordo com o gosto ou necessidade específica de alguém. Como pode ser personalizado, se é de massa? As empresas entenderam que, apesar de produzirem bens aos montes, elas precisam fazer com que os consumidores se sintam únicos, donos de um produto exclusivo. Ainda que sejam variações de opções pré-formuladas, o consumidor sente que tem a possibilidade, ainda que limitada, de mexer na cor da geladeira ou na estampa do sapato. 

“Foi criação minha!”. “Foi escolha minha”.

Que tal um chocolate com, literalmente, a sua cara? É a possibilidade que a Mars te dá através do site My M&Ms, o primeiro do gênero, que agora abre espaço para o My Dove Chocolate, onde o consumidor pode personalizar a mensagem que vem junto com o bombom, criando quase que um “chocolate da sorte” (ou do amor, ou do que for) só dele.

No site The Candy Lab, a marca potencializa a experiência, criando um laboratório onde, além de colocar seu rosto em um M&M, você ainda pode falar ou cantar.

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Customização em massa, segundo a Wikipedia:

“A Customização em Massa (CM) é definida como a produção em massa de bens e serviços que atendam aos anseios específicos de cada cliente, individualmente, a custos semelhantes aos dos produtos não customizados. Dessa forma a CM oferece produtos únicos a baixo custo e com prazo de entrega relativamente curto, em um ambiente de produção em massa.

A CM pode ser entendida como uma evolução natural dos processos de negócios, resultante do aperfeiçoamento dos padrões tradicionais de organização de processos que possibilitou aumentar significativamente a flexibilidade e agilidade da empresa, bem como melhorar seus índices de qualidade, mantendo os custos competitivos.”

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Filed under na tecnologia, no consumo