Tag Archives: Nova York

outdoor stages: art replacing ads

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Notícia fresquinha do Wooster Collective, que mostra o ambicioso trabalho de Jordan Seiler e a galeria Eastern District de Nova York. O projeto, chamado “New York Street Advertising Takeover” começou a se transformar em realidade na semana passada quando 120 outdoors ilegais da cidade começaram a ser recriados e reconfigurados por dezenas de artistas e voluntários.

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Parte do resultado está aqui e nos faz parar em como a arte, além das leis, também são capazes de transformar uma cidade e expôr as suas idiosincrasias. A propaganda irregular que cobre coisas belas dá lugar à arte… ou pode ser simplesmente eliminada em sua totalidade, como fez a cidade de São Paulo através da lei “Cidade Limpa”.

Limpando ou criando, o destaque fica para a preocupação da sociedade em deixar os caminhos das cidades mais agradáveis: menos poluídos ou mais relevantes.

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green now: sustaintability beyond the trend

board_green3Muito  se fala sobre sustentabilidade e, para muito além de uma tendência (uma macro-tendência, diga-se de passagem), os seus preceitos já vem sendo aplicados por indivíduos e empresas. A grande questão que fica, no entanto, é até que ponto ser sustentável está apenas no conceito e nas palavras de ordem do marketing ou está efetivamente virando prática corrente?

Vamos a alguns conceitos explorados durante o painel Recconect da PSFK Conference realizada no início de abril em Nova York:

“Sustentabilidade é uma jornada, não um destino”

” A idéia de sustentabilidade está relacionada ao desafio de como usar menos e melhor”

“A sustentabilidade nos desafia a comprar de forma mais inteligente”

“Como estabelecer uma verdadeira conexão com você mesmo, com o mundo e com os seus vizinhos”

A loja GreenDepot, recém inaugurada na cidade deixa bem clara sua visão do “ser verde”

– na qualidade do ar (todos merecemos respirar bem e de forma a proteger o nosso bem-estar)

– na conservação (escolhas inteligentes podem proteger recursos naturais sem comprometer nosso estilo de vida)

– na responsabilidade (como e onde os produtos são feitos afeta todos nós)

– na energia (uma casa energeticamente eficiente é confortável e financeiramente viável no longo prato)

– no local (recursos locais conservam energia e incentivam a economia local)

Ao longo desta semana vamos explorar alguns exemplos que começam a ajudar os indivíduos a colocarem em prática a sua idéia de sustentabilidade

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recycling recreating: remixing the ordinary

No board desta semana não temos uma tendência, e sim um fato: a sustentabilidade e a orientação eco-friendly para ações e produtos. Mais especificamente, a idéia de que o reciclar não é apenas transformar matéria-prima em matéria-prima, mas também produto em produto, matéria-prima em arte, produto em arte, matéria-prima em produto.

A idéia é aproveitar aquilo que se tem em casa, ou promover encontros de trocas (sim, as já famosas swap parties), para reciclar a decoração e o armário. É reinventar a partir do existente, do cotidiano, do ordinário.

E é este o ponto de partida da primeira exposição do recém inaugurado Mad Museum de Nova York (Museum of Arts and Design), dar uma segunda chance de vida às coisas que nos rodeiam, mixar o ordinário para atingir o extraordinário.

Second Lives: Remixing the Ordinary apresenta o trabalho de 50 artistas do mundo todo cuja criação inclui objetos e instalações feitos a partir de artigos do dia-a-dia, produtos manufaturados, transformados em novos e originais produtos. Descartáveis de plástico, LPs, óculos de leitura, etiquetas de roupa, moedas, antigas gavetas, listas telefônicas, são vistos como ondas, borboletas, luminárias, quadros, bancos, armários e bustos de personagens históricos.

Talvez a idéia de juntar objetos e reconfigura-los seja antiga (vide Duchamp com seus ready made), mas a grande provocação que esta exposição traz à tona é “Você está realmente dando aos objetos uma segunda vida, ou apenas deixando com que eles durem mais e ocupem mais espaço?”

Hein?

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outdoor stages: o palco preferido de banksy

Parece que o notório artista/grafireito britânico Banksy escolheu agora Nova York como seu palco preferido. Além de aparecer com imensos painéis onde cutuca a crise americana, gerando grandes especulações na mídia e entre aqueles que andavam pela lower Manhattan

 

o artista inaugurou esta semana no Greenwich Village (palco do americano Marc Jacobs, que domina a rua Bleeker com quatro lojas) a sua “The Village Pet Store and Charcoal Grill” onde critica os americanos por gostarem mais de animais de estimação do que de arte e ainda questiona a ética e a sustentabilidade das “factory farming”.

 

 

Segundo o artista, ainda que “indoor” o projeto pode ser considerado “street art” já que pode ser visto da rua, todos os dias, até 31 de outubro.

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