Tag Archives: música

micro-trends: youtube band and remix generation

Já falamos sobre este tema aqui, exatamente com este título. Mas como as tendências, ainda que micro, nunca vêm isoladas, elas sempre merecem ser revistas e “enriquecidas”.

Eis que ontem, navegando por aí, encontro o genial projeto colaborativo Bb 2.0 criado pelo músico Darren Solomon e desenvolvido com a contribuição de usuários e convidados.Cada um deles foi instruído a publicar um vídeo no YouTube seguindo as instruções dadas para que, juntos, os vídeos fizessem uma composição equilibrada – já que a ideia só se completa quando o usuário, o curioso, o “dj de youtube” mixa os vídeos publicados, dando play, escolhendo o momento de entrada de cada “instrumento” e controlando o volume de cada um.

Como a imagem abaixo é só para ilustrar, veja o projeto em ação clicando aqui

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E veja aqui o outro post sobre o assunto

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Filed under na tecnologia, nas artes

pink tween: music, music, music, aaaahhhhh!

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Entre as coisas destacadas como “cool” (o mesmo vale, neste caso, também para os meninos) estão: música em primeiro lugar, depois “ir ao cinema”, seguido de “ser esperto/inteligente” e, por último, jogar videogames.

E por música entenda-se: astros juvenis, iPod e download!

A música é tão importante para este público, que os grandes astros que os fazem literalmente espernear são na sua grande maioria astros relacionados ao universo musical. Um levantamento da Forbes determinou os astros “tweens” mais poderosos e, dentre eles (5 no total), quatro “músicos” Miley Cyrus, Jonas Brothers e Zac Efron e Ashley Tisdale do High School Musical. 

Com isso, não é difícil imaginar o porque dos canais de música (MTV, VH1, Multishow) são tão apreciados por este público. O interessante é ver como canais “infantis” tem se apropriado deste tema e ganhado muito espaço na cabeça dos jovens, é o caso de Nickelodeon e DisneyChannel – este último, inclusive, com um recém lançado canal online de música, uma LastFm exclusiva para astros tweens.

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E, se não bastasse tudo isso, o game xodó dos últimos temos, Guitar Hero, acaba de ganhar mais fãs meninas depois de lançar sua pink guitar. Irresistível, não?

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O interessante é que, apesar da facilidade dos downloads gratuitos, a maioria dos jovens (tweens) pelo menos nos Estados Unidos já paga ppor algumas das músicas. Isso é o que diz o estudo “Kids & Digital Content” que diz ainda que 70% dos tweens norte-americanos fazem download de música pelo menos uma vez por mês e que entre eles, quase a metade (49%) usa o iTunes enquanto 16% usa o Myspace para o download.

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E então, para estas meninas, nada como misturar música com qualquer coisa, mesmo que seja um assunto relacionado à nutrição e à saúde. Foi isso que a agência Brickfish fez no projeto MilkRocks, onde os participantes eram envolvidos com o assunto da nutrição e a importância do leite na alimentação, enquanto participavam de um concursos com prêmios incríveis como: conhecer uma banda e subir ao palco com ela para cantar uma música. A fórmula perfeita para engajar meninas loucas por música e por seus ídolos!

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Filed under no comportamento, no consumo

a spoonful of sugar: pra não dizer que não falei das flores

Este hino da revolução, composto e criado por Geraldo Vandré, foi proibido durante a ditadura militar por incitar a resistência dos jovens contra o sistema. Mesmo tendo perdido o Festival Internacional da Canção em 1968 para a triste Sabiá, de Chico e Tom, ganhou as ruas na boca de pessoas que clamavam por mudança, por uma vida livre e melhor.

Hoje não estamos mais respirando estes ares revolucionários aqui no Brasil, mas há em cada coração uma sementinha de mobilização plantada. Cada vez mais notamos, no dia-a-dia, gente querendo fazer a diferença. Querendo ser lembrada por ter deixado uma marca bonita, uma recordação doce, um sinal divertido.

Sem levantar bandeiras sobre legalização e afins, em Buenos Aires, nas ruas de San Telmo, vi esta placa e sorri. Sim, a gente quer relaxar, quer levar a vida com mais graça.

Aqui em São Paulo, coincidentemente conheci duas pessoas passando suas mensagens através de flores: um feirante de Perdizes e um dono de uma farmácia de Genéricos nos Jardins.

O primeiro sempre dá um pequeno arranjo de florzinhas que ele mesmo monta, a todos aqueles que fazem compras em sua barraca. Pela feira vemos várias pessoas carregando florzinhas, e com isso, sua identidade foi criada – ele é reconhecido através de seus clientes.

Já na farmácia, quando chegamos ao caixa para pagar, ouvimos “quer levar um vasinho?” e a resposta natural e automática é “não, obrigada”. Ao que ele insiste “mas é de graça!”. E a gente, sem graça, agradece e aceita. “As flores estão aqui pra deixar as casas mais bonitas, precisam de alguém para levar e cuidar”, arremata.

Tem gente querendo fazer do nosso dia-a-dia algo mais prazeroso. E é bom ver que já há quem pense em como mimar o cliente com pouco, resgatando a cordialidade e a proximidade, características essenciais a um bom serviço.

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Filed under nas artes, no marketing