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crafting the economy: buy local – buy handmade!

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Uma das grandes bandeiras deste movimento não só é promover a compra de produtos artesanais como também de produtos locais. E o local, entenda-se aqui, como original de um local, ou próximo do local onde o comprador vive. Não é nada folclórico ou culturalmente localizado, mas é a idéia de conectar pessoas-compradores reais com pessoas-vendedores reais, ainda que para isso seja necessário conecta-las pela Internet.

E é neste caminho que muitos sites se apresentam como suporte, unindo vendedores locais em torno de uma idéia comum – distribuir produtos artesanais e únicos pelo mundo, criando uma forma alternativa de vida e, ao mesmo tempo, uma forma alternativa de consumo.

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Se as feiras ou mercados de pulga ficaram pequenos para os negociantes-artistas, a Internet os coloca em contato com gente interessada na unicidade de cada produto e, ao mesmo tempo, na praticidade possibilitada para a Internet.

O site My Ehive exclusivo para Inglaterra e a Irlanda, tem como sugestivo conceito “make a living , doing what you love”

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Já o australiano Made It promete colocar o interessado em contato com vendedores independentes

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Estes caminhos encontrados por artistas independentes e locais, nos ajudam a entender como pode ser uma reação frente a crise, seja na forma de comprar, seja na forma de vender nossos produtos. E nos dá a clareza da importância que existe em ter raízes locais e, ainda assim, ter a possibilidade de ser percebido globalmente.

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Filed under nas artes, no consumo

crafting the crisis: looking forward to find a new look

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Como se vestir para os novos tempos? Como estar diferente e colaborar com a nova economia e com a sustentabilidade do mundo? Que tal procurar por aí o que os novos artistas deste mundo digital oferecem de novo (e, muitas vezes, por um preço muito mais interessante)?

No Brasil, umas das possibilidades é procurar o que as lojas de camiseta têm de legal, já que não existem mercados virtuais assumidos como tal. A loja do portal de novidades Radar 55 traz em seu portifólio novos criadores difíceis de encontrar em outros cantos.

Escolhi de lá um vestido da estilista Angèle Froés e um brinco para combinar de Miguel Simek

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Já no âmbito internacional, é uma delícia, quase um vício, mergulhar no universo da Etsy e achar tudo, de todas as partes do mundo.

Que tal um vestido feito por uma dupla de mãe e filha de Alba, norte da Itália?

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Um enfeite de cabelo vindo diretamente da Califórnia?

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E brincos de um casal japonês?

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Filed under na moda, no consumo

crafting the crisis: retornando ao arts and crafts

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Com a economia mundial, da forma tradicional como a conhecemos, se ruindo, indivíduos e grupos se movem na busca de saídas para a crise buscando potencializar aquilo que se pode fazer com as próprias mãos e por conta própria.

Crise econômica X Crise criativa Solucão Criativa

Já há algum tempo o “handmade”, o artesanato, o “arts and crafts” vem ganhando espaço e prestígio, em contraposição a tudo aquilo que é industrializado e massificado. Já falamos aqui sobre a busca da individualidade através da compra de produtos adaptáveis a seu gosto, da tentativa de customização em massa. Inclui-se aqui a apreciação de bens produzidos de forma responsável, por indivíduos com idéais próprios e a busca por um caminho sustentável de vida.

Com a crise que mexe com os fundamentos das indústrias e deixa pessoas sem emprego, os mercados de “handmade objects”, de artistas e cooperativas ganham importância, impulsionados por outro lado pela capacidade de venda global proporcionada pela internet.   

Um dos primeiros mercados online de artistas e artesãos a se firmar na internet foi o americano Etsy, que logo abriu as portas para pessoas de todas as partes do globo não só divulgarem como venderem aquilo que fazem.

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Como funciona?

Cada artista monta sua loja na Etsy, pagando um fee básico de 20 centavos por cada item publicado e 3,5% sobre cada venda. Os pagamentos e recebimentos se dão através de um cartão de crédito válido, simplificando todo o processo. O vendedor é responsável pelo despacho da mercadoria.

Curiosidade

O ticket médio varia entre 15 e 20 dólares, sendo a maioria das transações feitas por mulheres

Não são aceitos produtos industriais, como fica bem explícito nesta página

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Filed under nas artes, no comportamento, no consumo

crafting the crisis

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Filed under na tecnologia, nas artes, no comportamento