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go local or import?

Um diagrama muito interessante publicado no PSFK ano passado, mostra as vantagens de se comprar localmente, em vez de ir atrás do que vem de fora.

Basicamente, fica claro que incentivar o local business é muito mais importante para o crescimento de uma comunidade, que o inverso. Eles inclusive doam mais dinheiro à comunidade e instituições que os outros.

Além disso, normalmente sua matéria-prima também é local, o que implica em menor desperdício em transporte e com isso, menor impacto na natureza, no trânsito, etc.

Outro fator de interesse imediato ao consumidor é que uma quantidade maior de pequenos negócios locais gera competição natural, e por isso, mais inovação e menores preços!

E que fique claro: a lojinha daquela marca importada que abriu uma portinha do lado da sua casa não é local business. O que vale é sua origem (como quando compramos orgânicos).

Fica a dica!

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stores of the future: legoland

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Como fazer com que as crianças desta geração digital se envolvam com brinquedos tão “manuais” como o Lego? Envolva-as, criando curiosidade através de uma coisa que elas conhecem muito bem: a tela de um computador.

De olho neste público e na evolução do consumo como um todo, a Lego começo a implementar em suas lojas a Digital Box, que usa o conceito de Augmented Reality para apresentar em 3D, e muitas vezes em ação, o produto final de suas caixas.

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A responsável pelo projeto é a empresa alemã especialista no assunto Metaio, que no press release de lançamento aprofunda o tema dizendo “In today’s buyers’ market purchase decisions are also driven by the excitement of the customer about the product. This certainly applies to the toy market. Ideally, they want to hold the potential purchase in their hands and look at it closely from all angles. This is however a problem if the product is composed of individual pieces.

From November, children great and small can hold special LEGO boxes – containing a hydraulic digger or police station, for example – up to an interactive kiosk and watch a 3D animation of the product inside the box – superimposed on the box. All of this is made possible by metaio’s software, which fuses virtual 3D animations into a live video of the actual product packaging.”

Veja uma demostração neste vídeo:

E leia a íntegra do press release aqui

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stores of the future: retail experience

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O estúdio de design e soluções tecnológicas Artefact apresentou recentemente um projeto que está sendo chamado de “The Wall” – uma parede interativa que ajuda a conectar o mundo físico das lojas com a experiência e a facilidade do e-commerce.

O grande painel interage com os produtos da loja, aprofundando informações sobre os mesmos e relacionando conteúdo relevante. Através da interação, pode-se também saber o que outras pessoas acharam do produto e receber dicas de produtos semelhantes àquele buscado.

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Se as lojas offline já estavam parecendo estáticas demais para um mundo tão digital, são iniciativas como essa que começam a mostrar um novo caminho que o varejo deve seguir, enriquecendo a experiência através dos aprendizados obtidos com a venda e a apresentação de produtos online.

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stores of the future: virtual X real world

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Quem nunca entrou em uma dessas super livrarias e não quis que com um passe de mágica se abrisse uma janelinha do google ou uma ferramenta de busca da Amazon para procurar o livro ou o assunto desejado?

Quem nunca quis ver o que realmente aquele brinquedo encaixotado oferecia de tão espetacular e que aquela foto estampada na embalagem não dava conta de mostrar?

As lojas de hoje, das pequenas e especializadas, tem o grande desafio de entender como incluir em suas estruturas físicas, mecanismos, facilidades e tecnologias aplicadas ao e-commerce. Se antes o e-commerce era influenciado pela venda física e seus métodos particulares, hoje pode-se ver claramente o contrário.

Em tempos de crise, todso os modelos previamente devem ser revistos, e novas soluções de conceitos ou formas de comercializar a expôr produtos devem aparecer.

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tryvertising: só para mulheres

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Se as mulheres têm um comportamento de compra diferente dos homens, elas também têm uma disposição diferente para a experimentação. Por isso, muito provavelmente, as ações mais arrojadas envolvendo tryvertising são atualmente direcionadas a elas.

Os projetos passam por uma comunidade onde as participantes entram em contato com as últimas tendências e novidades do mundo da beleza e dos cuidados pessoais, e se cadastram para receber amostras e produtos em casa para testar.

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E chegam a um projeto como o TestTube onde a cadastrada deve pagar U$ 29,95 para receber em casa um tubo cheio de produtos de beleza que, juntos, custariam pelo menos quatro vezes mais este valor.

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Depois dos testes, como era de se esperar, as mulheres são convidadas a dizerem o que acharam dos produtos, dando um feedback direto para a marca e seu endorsement para o produto – gerando, com isso, um genuíno boca-a-boca.

O ponto, aqui, é identificar como as mulheres se relacionam de forma diferente com este tipo de ação, e estão dispostas até a pagar por elas, desde que o produto seja do seu interesse e, depois de tudo, ela tenha a chance de dizer o que pensa.

Pense nisso.

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crafting the economy: buy local – buy handmade!

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Uma das grandes bandeiras deste movimento não só é promover a compra de produtos artesanais como também de produtos locais. E o local, entenda-se aqui, como original de um local, ou próximo do local onde o comprador vive. Não é nada folclórico ou culturalmente localizado, mas é a idéia de conectar pessoas-compradores reais com pessoas-vendedores reais, ainda que para isso seja necessário conecta-las pela Internet.

E é neste caminho que muitos sites se apresentam como suporte, unindo vendedores locais em torno de uma idéia comum – distribuir produtos artesanais e únicos pelo mundo, criando uma forma alternativa de vida e, ao mesmo tempo, uma forma alternativa de consumo.

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Se as feiras ou mercados de pulga ficaram pequenos para os negociantes-artistas, a Internet os coloca em contato com gente interessada na unicidade de cada produto e, ao mesmo tempo, na praticidade possibilitada para a Internet.

O site My Ehive exclusivo para Inglaterra e a Irlanda, tem como sugestivo conceito “make a living , doing what you love”

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Já o australiano Made It promete colocar o interessado em contato com vendedores independentes

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Estes caminhos encontrados por artistas independentes e locais, nos ajudam a entender como pode ser uma reação frente a crise, seja na forma de comprar, seja na forma de vender nossos produtos. E nos dá a clareza da importância que existe em ter raízes locais e, ainda assim, ter a possibilidade de ser percebido globalmente.

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sharing to multiply: but why?

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A idéia do dividir para multiplicar está diretamente ligada à rapidez com que passamos de um desejo a outro, à transitoriedade de nossos desejos. Não é apenas uma questão de consumo consciente, mas sim a necessidade de TER sem necessariamente desembolsar aquilo que o produto vale.

Os valores de posse mudam conforme mudam os produtos e os apelos tecnológicos. As necessidades são mais fugazes do que eram antes. A obsolescência já é colocada em jogo no momento da compra. 

Duas grandes tendências se agregam (ou ajudam a potencializar esta): os chamadas minipreneurs (consumidores se transformando em empreendedores) e transumers (consumidores menos interessados em possuir).

Os transumers, são, segundo a TrendWatching, consumidores direcionados pelas experiências, ao invés da coisa fixa, pela diversão, pela descoberta, que vive um lifestyle transitório, lutando contra a compra de bens duráveis e permanentes. É o consumidor do aqui e agora, que quer ter uma satisfação rápida, colecionando o máximo de experiências e histórias. É um movimento Carpe Diem.

Os minipreneurs, por outro lado, são consumidores empreendedores, que querem potencializar aquilo que têm de produtos e de talentos. Negociando o que possuem através de sites de compartilhamento como este aí abaixo ou até através do próprio Ebay. O minipreuneurs buscam liquidez para aquilo que possuem. 

Juntos, transumers, minipreneurs e os fugazes, transformam o consumo, consumindo menos mas tendo mais. Ou, talvez, tendo menos e consumindo mais. Ou, ainda, tendo mais, por menos tempo. 

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