história da arte em poster

Do artista gráfico Vuk Vidor, uma forma de mostrar a arte através de seus artistas e o impacto que eles promoveram na cultura.

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being damien hirst ou quero ser damien hirst

Damien Hirst causou furor mais uma vez quando apareceu com sua obra “caveira recoberta por diamantes-milhares-de-diamantes!” (For the Love of God, 2007), uma caveira humana recoberta por exatamente 8.601 diamantes com o valor de mercado de 100 milhões de dólares. A coisa toda causou uma repercussão enorme para o artista, apesar da peça nunca ter sido adquirida no mercado de arte (o próprio Hirst e um consórcio adquiriu a obra algum tempo depois).

Para discutir ou brincar com a questão da arte contemporânea, um grupo de Londres criou o conceito IARTISTLONDON que propoe kits para que todos possam se sentir um pouco artistas, de uma forma que não precise conhecimento e tão pouco habilidade.

O primeiro produto da empresa é justamente um kit com PLASTIC HUMAN SIZE SKULL, CRYSTAL BEADS (8,601 PIECES), GLUE, PAINTBRUSH, TWEEZERS, SILVER PAINT, INSTRUCTIONS, para que cada um seja também um pouco Damien Hirst.

A empresa descreve seus produtos da seguinte forma “is a brand new way of creating your very own contemporary work of art. It’s quick, it’s easy and you don’t need any artistic training or ability to start making great pieces! We supply you with all the necessary tools to produce your personalized copy of an original master.”

Banalização da arte? Discussão sobre o mercado? Seja o que e como for, não deixa de ser divertido

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end of an era

Nos últimos anos, meses, e a cada dia, vemos o fim de eras e mais eras. A era da indústria da música, por exemplo, já era. Não no sentido literal, mas tendo em vista que é uma indústria, assim como tantas outras, que deverá se recriar, se reinventar, para sobreviver e convencer as pessoas (mercado, clientes, investidores) de que ela é pertinente e pertencente a este novo mundo.

No dia 30 de janeiro o artista pop-star Damien Hirst abriu sua mais recente exposição na Gagosian Gallery em NY, em uma retrospectiva com direito a novas obras chamada oportunamente de “End of an Era” – ele próprio, um contestador da arte como ela é, no sentido produtivo, criativo e mercadológico da palavra. O título da exposição também tem um viés bíblico, materializado em algumas obras como o touro com chifres de ouro e o dia do julgamento representado através de mais de 30 mil diamantes.

Hirst brinca com a ideia de arte, confundindo o espectador e, inevitavelmente, provocando-o e levando-o a refletir sobre a arte desses nossos novos tempos.

Fotos do site TrendLand

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how-to: rethink!

Um pouco “The Art of Looking Sideways”, com a graça de um pop up book, feito como propaganda para uma grande universidade canadense. Sensibilidade do tipo que nos ajuda a encontrar um caminho

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goodbye notebooks?

Me parece que antes que desapareçam os livros, são os notebooks que estão fadados ao desaparecimento. No Japão – um país que está pelo menos 5 anos à nossa frente no quesito tecnologia – pelas ruas, cafés e locais públicos, o que se vê são pessoas empunhando seus celulares de última geração, digitando, socializando, produzindo conteúdo. Os notebooks são peça rara; difícil de se encontrar no meio da multidão alguém que os tenha. Até hoje, eu achava que essa realidade estava um pouco distante, ainda me sentido presa ao meu trambolho (tenho notebook e netbook, e nenhum dos dois me satisfaz plenamente), até que vejo o iPad e  me pergunto se ele vai realmente mudar tudo como fez seu irmão mais velho iPod (em outros quesitos, obviamente). A sensação de que ele ainda é muito intermediário a muita coisa que já existe e que virá a existir me incomoda, mas ele não deixa de ser uma mola propulsora para o adeus definitivo aos notebooks. Não parece?

(0 macbook cover é da Twelve South)

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go local or import?

Um diagrama muito interessante publicado no PSFK ano passado, mostra as vantagens de se comprar localmente, em vez de ir atrás do que vem de fora.

Basicamente, fica claro que incentivar o local business é muito mais importante para o crescimento de uma comunidade, que o inverso. Eles inclusive doam mais dinheiro à comunidade e instituições que os outros.

Além disso, normalmente sua matéria-prima também é local, o que implica em menor desperdício em transporte e com isso, menor impacto na natureza, no trânsito, etc.

Outro fator de interesse imediato ao consumidor é que uma quantidade maior de pequenos negócios locais gera competição natural, e por isso, mais inovação e menores preços!

E que fique claro: a lojinha daquela marca importada que abriu uma portinha do lado da sua casa não é local business. O que vale é sua origem (como quando compramos orgânicos).

Fica a dica!

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e por falar em spfw: de olho na moda

Só para aproveitar o embalo da semana de moda em São Paulo, eis aqui alguns destaques do que estão trazendo para o inverno, lembrando que o mais interessante disso tudo é entender de onde vem a inspiração, a referência, a mistura, e como pode ficar mais interessante agregando a sua personalidade.

Como bem colocado aqui, muitas das inovações que surgem – incluindo as do mundo da moda – podem parecer bizarras a princípio, e de repente, tornam-se essenciais e não sabemos viver sem.

Você usaria um protetor de salto, como a Camila, do Garotas Estúpidas, mostrou na foto que tirou no evento?

Feito de silicone, pode ajudar a proteger o salto na hora de dirigir, para andar em terrenos com grama, terra, areia. Mas vale comprometer a estética?

A Camila também mostrou essa foto, tirada no lounge da Arezzo, da sua nova linha de esmaltes.

É interessante ver como esmaltes entraram com tudo no ambiente fashion, sendo produzidos por empresas cujo core business é outro (como a Arezzo), ou criados em cores especiais por grandes estilistas (o Reinaldo Lourenço criou uma coleção especial para a Risqué, como mostrou a Vic Ceridono na foto abaixo).

Outra coisa legal de notar é a mistura de estações. Curtos e nudes, que foram febre no verão, seguem no inverno, com uma pegada um pouco diferente, mais pesada e militar.

E a maquiagem, cada vez mais festiva! Quer brilhar? Pode ir em frente, sem medo de ser feliz.
Vários desfiles trouxeram as modelos usando glitter nos olhos, blushes brilhantes e gloss.

Esse glitter prata abaixo, é lindo. Também da galeria da Vic.

E como tuitado pela Luana, seguindo a onda do glitter nos olhos e, voltando aos esmaltes, bonito vai ser metálico!

Olha o da Impala, na foto da Vic:

A SPFW mal começou e já dá pra ter uma ideia de como vai ser esse inverno. Uma mistura bonita de rock’n’roll, militar, feminino, brilhante. E com algumas novidades “tecnológicas” que ainda vamos ver se acostumamos!

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