i want luxury, luxury: buscando destaque onde tudo já brilha

 

Em uma época onde o conceito de luxo varia para cada consumidor, as tradicionais marcas do segmento partem para a parceria com outras marcas de igual valor (leia-se aí: financeiro ou emocional) para ganhar destaque e até novos clientes.

Quem gosta de luxo mas não pode ter um Porsche, pode ter uma caneta Faber-Castell ou uma adega Veuve-Clicquot desenhados pelo Stúdio Porsche. Quem adoraria ter uma roupa Prada, pode se contentar com um celular LG. Quem já teve todos os celulares que gostaria de ter, pode se destacar com um iPhone cravejado de brilhantes.
Por outro lado, quem pode ter tudo isso e ainda não se contenta, passa a ter nos objetos simples do dia-a-dia sua dose de luxo e diferenciação.

E se o segmento de luxo precisa se cuidar em dobro (ou o triplo) para garantir a sua expansão ou manutenção no mercado globalizado, isso nos leva a pensar o quanto as marcas, principalmente voltadas para a classe média, precisarão se associar, repensar, recriar, para atingir o bolso e o coração dos consumidores.

Que tal olhar para o universo de valores do seu cliente, e pensar em uma possível associação, para desenvolvimento de produto, ou uma ação promocional, que o atraia e o traga mais para perto? Que tal deixar de olhar só para seus concorrentes diretos e analisar seus concorrentes de nicho e de bolso, e pensar em atividades conjuntas que fortaleçam a imagem de marca de ambos?

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Filed under no consumo, no luxo, no marketing

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