
A revista Time, em mais uma de suas listas, elegeu as 10 coisas que estão mudando o mundo neste momento. Entre estas coisas, as Survival Stores, uma proposta de loja para um novo momento de mundo e uma nova situação econômica onde as pessoas não consomem mais como antes: nem as mesmas coisas, nem do mesmo jeito.
Então, como uma loja do futuro deveria ser? Simon Graj, CEO da Graj + -Gustavsen e um respeitadíssimo consultor de varejo criou o conceito da “survival store” onde os consumidores poderiam ter tudo o que precisassem, como comida barata, roupas feitas para durar mais tempo, bicicletas para substituir o novo carro que já não cabe mais no orçamento. A loja deveria ainda oferecer experiências e serviços que ajudassem os consumidores a atravessar os momentos mais difíceis.

A ideia é que estas experiências estejam distribuídas na loja, oferecendo, por exemplo, uma aula de yoga entre a área de comidas e de objetos para casa; profissionais oferecendo conselhos financeiros ao lado do departamento de produtos para educação e escritório.
Mais um ponto a favor para a ideia da “survival store” é que economizar dinheiro é cool, e não há nenhuma vergonha nisso. Crise em alta, economias em baixa, inteligência nas compras em crescente elevação.
Algumas redes de varejo já estão introduzindo alguns destes novos conceitos, como é o caso dos ”hypermarkets” montados pelo Carrefour, onde os consumidores podem comprar comida enquanto seu computador é arrumado.
O futuro das lojas, além de aderir às novas tecnologias, é também no caminho da simplicidade – ultrapassando a superficialidade.




