E o que ganhamos com isso? O que nós, marketeiros, comunicadores, criadores de marca podemos tirar deste novo comportamento?
É indiscutível que o ato de compartilhar, seja lá o que for, faz aumentar a variedade de coisas que você use, além de abrir possibilidades para realmente possuir o que vale ser possuído, e usar por tempo determinado aquilo que fatalmente teria um fim mais rápido (seja porque você já não quer mais, ou porque realmente não é necessário).
Vejo como oportunidade interessante, de cara, os testes e estudos de perfis x behavior. Quando abrimos a possibilidade de o consumidor provar, alugar, ter por tempo determinado algum objeto ou serviço, podemos criar análises interessantes de quem usa o quê, por quanto tempo, em quais situações.
E usar este aprendizado para desenvolver produtos de nicho, específicos a cada público.
Além disso, como todo bom marketeiro deve visar lucro e giro, podemos pensar numa equação esquisita, mas que se torna verdade: quanto menos se tem, mais se pode ter. Quando o consumidor usa o que quer, pelo tempo que necessita, no momento seguinte poderá ter novas necessidades e criar um ciclo de “compras efêmeras” bastante lucrativo.
Vale parar para pensar como o seu negócio pode tirar proveito desta tendência. E novas idéias são sempre bem-vindas aqui.





